Uma boa ideia é começar pela Fábrica de Eletricidade, onde as máquinas preservadas te dão uma noção imediata da escala e do contexto; depois, quando já tiveres uma boa noção do passado industrial do local, passa para o prédio mais novo do MAAT Lisboa. Termina no terraço da cobertura, de preferência no final da tarde, quando a luz do rio está no seu melhor e o terraço parece menos um local de passagem e mais um destino.
- Imperdível: o terraço na cobertura, a sala das turbinas e a exposição mais marcante do momento nas galerias principais. informo
- Opcional: o jardim e o café, que oferecem vistas para o rio e um momento de descanso, mas geralmente levam de 20 a 30 minutos a mais.
- O que importa aqui é se é um curso guiado ou no seu próprio ritmo: A visita por conta própria funciona bem se você se sente à vontade com arte contemporânea, mas uma visita guiada torna muito mais fácil entender a relação entre o Central Tejo, a revitalização da orla de Lisboa e a arquitetura de Amanda Levete.
