Informações gerais

ENDEREÇO

Av. Brasília, 1300-598 Lisboa, Portugal

DURAÇÃO RECOMENDADA

2 horas

Horários

10:00–19:00

VISITANTES POR ANO

375000

NÚMERO DE ENTRADAS

2

TEMPO DE ESPERA PREVISTO - PADRÃO

0-30 mins (horário de pico), 0-30 mins (fora do horário de pico)

Planeje sua visita

Você sabia?

O edifício principal do MAAT é revestido com 15.000 azulejos de cerâmica tridimensionais feitos sob medida - uma homenagem à rica tradição de azulejos de Portugal.

O terraço no telhado é aberto ao público gratuitamente, oferecendo vistas de 360° do rio e da cidade sem necessidade de ingresso.

A MAAT's Electricity Factory é uma estação de energia preservada do início do século XX, com turbinas a vapor e maquinário originais.

Vale a pena visitar o MAAT de Lisboa?

A primeira coisa que você nota no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia não é um quadro, mas a luz do rio. A fachada de azulejos reflete o Tejo, o telhado te leva para cima, e o lugar todo parece mais um calçadão à beira-rio do que um museu fechado. Ainda antes de entrar, as pessoas param por aqui só para ver as balsas passando por Belém.

Essa abertura é o que importa. O Museu MAAT de Lisboa foi construído para reconectar a orla industrial do rio de Lisboa com a cultura contemporânea, combinando a nova galeria de linhas fluidas projetada por Amanda Levete com a usina Central do Tejo, preservada, que fica bem ao lado.

O que fica na memória da maioria dos visitantes é o contraste: numa hora você está entre turbinas e caldeiras, e na seguinte já está dentro de uma instalação temporária que muda a forma como o prédio é percebido. Poucos lugares em Lisboa conseguem alternar com tanta fluidez entre a vista da cidade, a história da engenharia e a arte contemporânea.

Pule essa parte se: você não curte arte contemporânea com exposições temporárias, ou se tiver só 1 hora e quiser só dar uma passada rápida nos monumentos.

O que ver no MAAT de Lisboa?

MAAT tiled facade and arrival plaza
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Praça de desembarque e fachada revestida de azulejos

Começa lá fora. A forma baixa e curva do MAAT é revestida por cerca de 15.000 azulejos de cerâmica que mudam de aparência com a luz do rio, e é por isso que tantos visitantes param por aqui antes mesmo de entrar.

Terraço na cobertura

O telhado onde dá pra andar é meio mirante, meio praça pública. O acesso é gratuito e o lugar fica bem cheio perto do pôr do sol, então vai mais cedo se quiser espaço pra tirar fotos.

Principais galerias temporárias

Esses grandes pavilhões de exposições recebem mostras temporárias de arte contemporânea, arquitetura e tecnologia. A experiência depende muito do que estiver em cartaz, então dá uma olhada na programação atual antes de ir e reserva uns 45 a 60 minutos.

Sala das turbinas da Usina Elétrica

A usina elétrica do Tejo Central, que foi preservada, é o contraponto histórico ao novo prédio. Suas enormes caldeiras, tubulações e escala industrial conferem ao Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia uma personalidade totalmente diferente.

Exposições sobre a história da energia

Essas exposições interativas na Galeria MAAT de Lisboa explicam como a eletricidade era produzida e distribuída em Lisboa. As famílias costumam ficar aqui mais tempo do que esperavam, principalmente nas seções de ciências mais interativas.

MAAT Jardim e obras ao ar livre

Entre os prédios, o jardim paisagístico à beira do rio oferece esculturas, vistas panorâmicas e um ritmo mais tranquilo do que nas galerias. É uma das partes do local que você mais facilmente deixa passar despercebida se for direto para dentro.

Como explorar o MAAT de Lisboa

Reserve de 1,5 a 2 horas para os dois prédios, ou mais perto de 3 horas se você ler os textos da exposição, passar um tempo no terraço e dar uma parada no café. A experiência varia de acordo com as exposições temporárias, então quem gosta de passear sem pressa pelas obras de arte contemporânea geralmente precisa do tempo mais longo dessa faixa.

Uma boa ideia é começar pela Fábrica de Eletricidade, onde as máquinas preservadas te dão uma noção imediata da escala e do contexto; depois, quando já tiveres uma boa noção do passado industrial do local, passa para o prédio mais novo do MAAT Lisboa. Termina no terraço da cobertura, de preferência no final da tarde, quando a luz do rio está no seu melhor e o terraço parece menos um local de passagem e mais um destino.

  • Imperdível: o terraço na cobertura, a sala das turbinas e a exposição mais marcante do momento nas galerias principais. informo
  • Opcional: o jardim e o café, que oferecem vistas para o rio e um momento de descanso, mas geralmente levam de 20 a 30 minutos a mais.
  • O que importa aqui é se é um curso guiado ou no seu próprio ritmo: A visita por conta própria funciona bem se você se sente à vontade com arte contemporânea, mas uma visita guiada torna muito mais fácil entender a relação entre o Central Tejo, a revitalização da orla de Lisboa e a arquitetura de Amanda Levete.
Descubra tudo sobre o horário de funcionamento do MAAT

Breve história do MAAT Lisboa

  • Início do século XX: A Central do Tejo foi construída na orla do rio em Lisboa para gerar eletricidade para uma cidade em crescimento.
  • Meados do século XX: A usina se tornou uma das principais centrais termoelétricas de Portugal, marcando a identidade industrial de Belém.
  • Final do século XX: Depois que a produção acabar, o complexo preservado vai reabrir como o Museu da Eletricidade, mantendo as máquinas e as salas de controle intactas.
  • 2016: O MAAT inaugura ao lado da usina elétrica, em um novo prédio à beira do rio projetado por Amanda Levete, unindo arte contemporânea, arquitetura e tecnologia.
  • 2017: O projeto ganha destaque internacional, incluindo o prêmio Leading Culture Destinations na categoria de arquitetura de museus.
  • Hoje: Agora, uma única visita une exposições temporárias, vistas públicas do terraço e a história da energia industrial de Lisboa.

Quem construiu o MAAT Lisboa?

O novo prédio do Museu Maat de Lisboa foi projetado pela arquiteta britânica Amanda Levete e seu estúdio AL_A para a Fundação EDP. A missão dela não era só construir um museu, mas reconectar Lisboa ao Tejo com um telhado que dá pra andar, um terraço público e galerias que dão a sensação de estarem abertas para a cidade.

Visite o MAAT de Lisboa sem complicações com este guia completo ➜

MAAT Lisboa – arquitetura

Estilo

Com um estilo contemporâneo e uma silhueta baixa, o prédio do MAAT Lisboa não se impõe à orla; ele se integra a ela, e é por isso que, quando te aproximas, o prédio parece mais uma paisagem do que um objeto.

Materiais

O concreto em tons de creme e milhares de azulejos de cerâmica esmaltados refletem a luz do rio, que muda ao longo do dia, fazendo com que a superfície pareça prateada, branca ou rosa claro, dependendo da hora.

Estrutura

O telhado curvo funciona também como uma praça pública, transformando as áreas de circulação em parte da arquitetura do MAAT Lisboa e oferecendo aos visitantes vistas panorâmicas do Tejo sem a formalidade de uma torre.

Arquiteto

Amanda Levete projetou o MAAT como uma transição entre a cidade e o rio, enquanto a vizinha usina Central do Tejo oferece o contraponto industrial que realça seu impacto.

Por que os moradores locais usam a MAAT Lisboa mesmo sem bilhete

Uma das ideias mais geniais do MAAT é que parte da experiência acontece fora da catraca. Os moradores de Lisboa usam o terraço, o jardim à beira do rio e a praça como ponto de encontro, lugar para curtir o pôr do sol e trajeto para passear por Belém, o que dá ao museu um ritmo diferente das instituições que ficam vazias depois de fecharem. Esse uso público também facilita a aproximação com a arte contemporânea: você pode visitar o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia primeiro como um lugar para curtir, e depois decidir se vale a pena dedicar seu tempo às exposições lá dentro. Poucos museus em Lisboa funcionam tão bem tanto como espaço cultural quanto como espaço cívico.

Perguntas frequentes sobre o MAAT de Lisboa

Sim, principalmente se você quiser algo mais contemporâneo do que o circuito de monumentos de Lisboa. O MAAT fica mais legal quando você valoriza a arquitetura, a vista para o rio e as exposições temporárias como um todo, em vez de esperar uma grande coleção permanente.