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Ingressos para o Parque da Pena | Por que a floresta merece tanto do seu tempo quanto o palácio

Parque da Pena — O paraíso florestal que envolve o Palácio da Pena

O Parque da Pena é a área florestal de 200 hectares que circunda o Palácio da Pena por todos os lados. É uma floresta encantada, um jardim botânico exótico que também serve como uma trilha panorâmica para caminhadas. Seja para subir até o palácio ou só para se perder entre árvores centenárias e vales repletos de samambaias, o parque vale a pena. Está incluído em todos os ingressos para o Palácio da Pena, sem precisar se preocupar com nada.

Onde fica?

O Parque da Pena fica nas encostas da Serra de Sintra, em Portugal, e circunda por completo o Palácio Nacional da Pena. No momento em que você passa pelos portões da entrada principal, já está lá dentro.

Como acessar?

O Parque da Pena está incluído em todos os ingressos para o Palácio da Pena; não é preciso comprar nada à parte.

O que você precisa saber antes de fazer a reserva de ingressos para o Parque da Pena

  • O ingresso só para o parque é uma opção válida. Quer evitar as filas do palácio e simplesmente passear pelas trilhas na floresta no seu próprio ritmo? Um ingresso exclusivo para o Parque da Pena te permite fazer exatamente isso. Ideal para quem curte viajar sem pressa, quem adora organizar piqueniques e qualquer um que prefira se perder entre árvores exóticas de 500 anos a ficar na fila da bilheteria.
  • O parque e o palácio funcionam em horários diferentes. O Parque da Pena abre às 9h e fecha às 19h (última entrada às 18h). O palácio abre um pouco mais tarde, às 9h30, e fecha às 18h30 (última entrada às 17h30). Quem tem ingresso só para o parque aproveita aquele horário especial de manhã cedo, que é, sem dúvida, a melhor hora para estar por lá.
  • O transporte não está incluído nos ingressos padrão. O traslado da entrada do parque até o palácio só está incluído na visita guiada. Com um ingresso normal, você sobe a trilha (cerca de 30 minutos). Dito isso, passeios a cavalo, passeios de pônei e passeios de carruagem estão disponíveis para reserva no local como opções extras pagas — uma maneira bem mais espetacular de fazer sua entrada.
  • Use sapatos adequados. O parque se estende por cerca de 5 a 6 km de terreno acidentado e de paralelepípedos. As chinelas vão te deixar na mão antes mesmo de você chegar ao primeiro mirante.
  • O parque fica aberto o ano todo. A copa das árvores mantém as trilhas frescas mesmo no auge do verão, o que faz desse lugar um refúgio realmente agradável quando o resto de Sintra está lotado de visitantes.

O Parque da Pena em poucas palavras

Os tipos de ingressos para o Parque da Pena

Tipo de ingressoO acesso ao Parque da Pena está incluído?Por que fazer essa escolha?Preço inicialExperiência recomendada
Bilhete padrão

Sim

Exploração no seu próprio ritmo com o melhor custo-benefício

A partir de €15

Ingressos para o Parque e Palácio da Pena
Ingresso normal + audioguia

Sim

No seu próprio ritmo, com comentários em áudio bem detalhados

A partir de €24

Ingressos para o Palácio e Parque da Pena com audioguia
Tour guiado

Sim

Tour no seu próprio ritmo, com transporte incluído a partir do portão do parque + tour guiado ao local

A partir de €48

Visita guiada ao Palácio da Pena
Tour guiado temático

Sim

Passeio no seu próprio ritmo, com transporte incluído a partir do portão do parque + tour guiado ao palácio conduzido por um ator

A partir de €150

Tour guiado temático no Palácio da Pena

O que ver no Parque da Pena?

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Cruz Alta

A 529 metros de altitude, vista para o Atlântico e uma cruz de pedra do século XVI que está aqui há mais tempo do que o próprio palácio. A caminhada até lá leva uns 20 minutos por uma floresta fresca e sombreada e, sinceramente, é uma das partes mais legais de toda a visita ao Parque do Palácio da Pena. Chega cedo e você vai ter o lugar praticamente só pra você.

Templo das Colunas

Um círculo de colunas de pedra impressionantes no meio de uma floresta, construído só porque ficava bonito. Típico de um parque projetado por um rei da Era Romântica. Isso te pega de surpresa no meio da trilha, e sim, você vai parar pra tirar fotos.

Gruta do Monge

Essa caverna rochosa é mais antiga do que tudo o mais no parque. Os monges já meditavam aqui séculos antes mesmo de o palácio ter sido construído. É pequeno e dá pra passar direto por ele sem perceber, mas basta entrar pra sentir que a multidão fica bem longe de repente. Um cantinho tranquilo e cheio de história, escondido bem à vista de todos.

O Jardim de Samambaias da Rainha

No meio de um vale sombreado, esse emaranhado exuberante de samambaias, lagoas e riachos murmurantes é onde os jardins do Palácio da Pena se tornam de verdade um lugar de sonho. É legal, é tranquilo e, depois de uma manhã de trilhas em subida, parece que o parque tá te fazendo um favor. Não deixe de visitar só porque fica fora do caminho principal.

Vale dos Lagos

Cinco lagos, muitas aves aquáticas e um ritmo de vida que te faz esquecer que tem um palácio no topo da colina. Esse é o cantinho do Parque da Pena onde dá pra “parar e simplesmente curtir o momento por um tempinho”. Traz petiscos, encontra um banco e deixa que a correria da manhã pareça problema de outra pessoa.

Chalé da Condessa d'Edla

O rei Fernando II construiu esse refúgio em estilo alpino para sua segunda esposa em 1869, com paredes revestidas de cortiça, detalhes em azulejos e um jardim que dá a sensação de que a Bavária teria pousado bem no meio de Portugal. É mais tranquilo do que o palácio, mais charmoso do que deveria ser, e cercado por pedras gigantes pelas quais você pode realmente escalar.

Fazenda Pena

A fazenda em funcionamento que faz parte da propriedade dá ao parque uma energia totalmente diferente — hortas, prédios rurais e um ritmo que é um mundo à parte dos terraços do palácio lá em cima. Isso serve pra lembrar que essa era uma propriedade real onde as pessoas realmente viviam, e não só um cenário bonito.

Terraços e cozinha do palácio

Os seus ingressos para o Parque da Pena também dão acesso a algumas partes do palácio. Não deixe de visitar os terraços com as melhores vistas do parque lá de cima e a cozinha real original.

Destaques arquitetônicos do Parque da Pena

Importância histórica e cultural do Parque da Pena

Muito antes de o palácio existir, essa colina pertencia aos monges jerônimos, que construíram aqui uma pequena capela no século XVI — a mesma capela que você ainda pode visitar hoje dentro do palácio. Quando o rei Fernando II assumiu o controle das ruínas em 1838, ele repensou toda a encosta, transformando-a no Parque do Palácio da Pena que conhecemos hoje, um Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos melhores exemplos de paisagismo romântico do século XIX na Europa.

O parque foi a obra da vida do Ferdinand. Ele passou décadas cuidando desse jardim, plantando espécies exóticas de todo o mundo e projetando construções decorativas, grutas e mirantes que tinham como objetivo despertar o espanto a cada esquina. O que torna os Jardins do Palácio da Pena culturalmente importantes não é só a beleza deles, mas o fato de terem sido projetados para parecer uma viagem, com cada caminho levando a uma surpresa. Essa filosofia continua totalmente intacta até hoje, o que é raro para qualquer propriedade real do século XIX.

Personalidades importantes do Parque da Pena

Saiba antes de ir

Perguntas frequentes sobre os ingressos para o Parque da Pena

Os ingressos para o Parque da Pena dão acesso a todo o parque, com 200 hectares, incluindo a Cruz Alta, o Templo das Colunas, o Vale dos Lagos, a Gruta do Monge, o Jardim de Samambaias da Rainha e o Chalé da Condessa de Edla. O ingresso “Palácio + Parque” também dá acesso ao interior do palácio, aos terraços, à cozinha e à capela.